De longe, tão de longe se vê, em meio a chuva apenas mais um guarda-chuva abondonado em uma rota estreita, desfalecendo as direções do coração como se não houvessem mais sentidos, e o final se configura além do que não se pode ver, incerto futuro melancólico bendito ou traiçoeiro levando consigo a dúvida maior de estar confinado em sua própria moradia, entre a certeza e a dúvida o frio e ou calor, se recolhendo em cálices como se fosse divino e sangrado quando apenas se mostra vulnerável ... mas não, não á quem roube o teu dom como o que carregas em ti com o direito de amar, não ha privilégios em si viver como somente você, ser o seu próprio líder e andar em círculos fazendo a vida esperar algo que você não trará, o que à com esse sentimento que fez gerar tal insegurança e ao mesmo tempo esperança? Nao lhe restam mais adjetivos para guardar o ardor de se expressar pela dor, o sofrimento e a verdade na angústia o movendo de lugar e voltando para o mais do mesmo!A fé o trouxe aqui como instinto sobrenatural ou como apenas mais uma opção? reconhecer e o primeiro passo ao direito de prosseguir. Amar sem se ver ou temer rotulando teu coração como o veu de flores protegido pela nobre causa de se esperar no amanhã, um novo dia para se recomeçar e ir adiante carregando ou nao a decepção, o arrependimento o ver de se deixar e antes mesmo chegar se preparar para partir, antes mesmo de se apaixonar se preparar para sofrer, é a verdade assombrando e o descaso condenando a estupidez do que se foi e não mais existe, e por onde andas a felicidade? O amor, "e o hoje em dia, como eh que se diz eu te amo?". Tudo passa, tudo passara!




